A primeira missão dos agentes do Serviço Secreto Smirnoff era revelar o novo rótulo da garrafa. Para fazer isso, foram produzidas embalagens em papel craft, que se transformam em uma série de 4 pôsteres colecionáveis. Cada um deles com um capítulo da história da marca. Smirnoff. Revolucionando desde 1864.
1918, Moscou, Rússia.
Estrondos, tumultos, explosões.
Nas ruas, o clima é de tensão. Rebeldes tomam à força o Estado.
A Revolução Russa é instaurada.
Os dissidentes cercam e confiscam a fábrica onde Vladimir Smirnov estava. Sua casa é invadida.
No rótulo da garrafa, o motivo da repressão: uma marca pré-revolução.
Vladimir é preso e vê sua vodka virar vinagre. E isso não é uma força de expressão: a produção da fábrica foi realmente trocada por um remédio digestivo à base de ervas e vinho de uva.
Mas a história de Vladimir Smirnov ainda guardava muitas doses de emoção.
Com a ajuda dos seus aliados, ele escapa e se exila na Criméia.
Os revolucionários avançam para essa direção.
Vladimir parte em um navio lotado em direção a Constantinopla.
Na mala, tudo o que era possível carregar: alguns equipamentos, umas garrafas de Smirnoff e um sonho: construir tudo de novo.
Primeiro, ele tenta reviver a produção de vodka na Polônia. Sem sucesso.
A saída é ir para a França.
Em Nice, finalmente consegue montar sua nova fábrica.
O nome da marca ganha sua versão nas letras em latim: Smirnoff.
Em 1933, buscando um parceiro para se espalhar pela Europa, Vladimir faz uma série de anúncios nos jornais.
Através deles, conhece Rudolf Kunett, um imigrante russo que morava em Nova York.
Uma bebida da União Soviética em pleno solo norte americano?
- Deal, old sport.
Smirnoff® é licenciada e passa a ser vendida e fabricada nos Estados Unidos.
A partir daí, a bebida inspira uma revolução nos drinks ao se vender como um destilado perfeito.
Essas são algumas das histórias que fizeram Smirnoff ser, desde a sua origem, uma marca destemida.
Como é possível perceber, nenhuma revolução é tão importante quanto a que nasce dentro de você.
E aí, pronto para fazer a sua? ​​​​​​​
Smirnoff. Revolucionando desde 1864.
TUM, TUM, TUM!
As batidas na porta denunciavam.
Os revolucionários haviam chegado.
Uma a uma, eles reviravam todas as casas, atrás de suspeitos.
Pessoas eram presas. Bens, confiscados.
Nem sempre era possível fugir.
E foi ali que eu permaneci.
Parada, escondida debaixo do assoalho de madeira que rangia a cada pisada dos soldados.
Sob a fresta ínfima, era possível ver o vulto deles passando contra a luz.
Mas esse foi só um dos esconderijos em que eu estive.
Durante muito tempo, eu fui a companhia dos destemidos.
Passei por muitos lugares secretos.
Na maioria deles, despercebida.
Como na vez que, na parada da estação, os guardas invadiram o trem.
De vagão em vagão, eles abriam cada cabine.
Depois, cada mala.
Depois, cada bolso.
Nesse momento, não podia haver barulho nenhum. Shhhh!
Atrás da poltrona, espremida no menor espaço possível, eu escapei.
Por pouco, muito pouco.
Sorte? Não. Foi a coragem que me fez sobreviver.
A ousadia me trouxe até aqui.
Porque a obediência pode escrever um texto. Mas a coragem, meu amigo, a coragem escreve uma biografia.
E, hoje, eu vim aqui falar sobre mais um capítulo da minha história:
o meu novo rótulo.
Pode parecer curioso eu falar de rótulos; justo eu, que nunca acreditei nisso.
Mas eu estou sempre revolucionando, sempre fazendo o inesperado.
Engana-se quem pensa que eu sou apenas uma vodka.
Eu sou a resistência.​​​​​​​
Smirnoff. Revolucionando desde 1864.
 Antes de começar a ler esse texto, pegue a garrafa de Smirnoff aí ao lado. Pode se servir, se quiser.
Pronto, agora sim vamos aos fatos:
desde o início, a história de Smirnoff® nunca foi, digamos, linear. Produzimos nossa vodka com um alto teor de coragem e ousadia.
Para começo de conversa, tivemos que enfrentar uma revolução.
Sim, a Revolução Russa, que fechou a nossa fábrica e nos forçou a fugir do país. Era isso ou nada.
Polônia, Turquia, França. A rota de fuga não foi fácil.
Mas sobrevivemos.
Em 1933, chegamos aos Estados Unidos.
Lá, foi a vez da nossa bebida fazer uma revolução.
Smirnoff® se tornou o destilado perfeito para os drinks e, assim, mudou a maneira de beber vodka.
Com refrigerante de gengibre e limão, tim-tim: Moscow Mule.
Vodka em vez de gim, tim-tim: Dry Martini.
Vodka no lugar da cachaça, tim-tim: Capiroska.
Um verdadeiro pé na porta da mesmice.
Se tudo isso toda essa atitude nos trouxe consequências? Por vezes, sim.
É impossível virar o número 1 sem quebrar algumas garrafas.
Mas preferirmos correr o risco.
E, assim como fizemos na coquetelaria, desafiamos você a questionar os padrões.
Por isso, sempre que você desconfiar que está no caminho errado, pense:
pode ser que esse seja o caminho certo.
Frutas, tônica, gengibre, não importa.
O ingrediente principal é sempre o mesmo: inconformismo.
E quando tudo estiver igualzinho demais, você já sabe.
É hora de mudar de rota e fazer tudo novo, de novo.
Talvez essa seja a única regra para saborear Smirnoff®.
Seja qual for o seu próximo drink, tim-tim.

Smirnoff. Revolucionando desde 1864. 
Ao longo da minha história, vivi muitas coisas. Enfrentei mudanças, encarei uma revolução, fui preso. Mas eu não me queixo daqueles que se opuseram a mim. Pelo contrário. Eles fizeram com que cada memória valesse ainda mais a pena. Por isso, aqui vão meus sinceros agradecimentos.
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Aos que fecharam a minha fábrica, um brinde.
Com vocês, eu aprendi que existe algo que jamais poderá ser roubado: sonhos.

Aos que me ameaçaram, um brinde.
Com vocês, eu aprendi a lidar com o medo. E a nunca ceder a ele.

Aos que me perseguiram, sim, um brinde.
Com vocês, eu aprendi que nunca estará fugindo quem está indo em direção ao que acredita.

Aos que duvidaram de mim, um brinde também.
Com vocês, eu aprendi que a dedicação pode levar àquele lugar que você sempre imaginou.
Não, mais longe.

Aos que me obrigaram a refazer a minha receita tantas e tantas vezes, um brinde.
Com vocês, eu aprendi que, em um simples rascunho, pode estar desenhada a vodka número 1 do mundo.

Aos que me prenderam, um brinde.
Com vocês, eu aprendi que a revolução nunca acaba. Afinal, ela acontece dentro de nós.

Aos que me censuraram, antes de mais nada, um brinde.
Com vocês, eu aprendi a escrever minha história com uma boa dose de coragem.
E um pouco de ironia, talvez.

Aos que me desafiaram, pressionaram, rejeitaram.
A vocês, a todos vocês, um brinde.

Vladimir Smirnov*
Smirnoff. Revolucionando desde 1864.
Role: Creative Director
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